Bzzzzzz....
- Hey amigo, quem morreu?
- A rainha não resistiu ao acidente.
- Que acidente?
- O que aconteceu ontem, na porta de casa.
- Meu Deus, meus sentimentos.
- Uma de suas asas quebraram por inteiro e ainda foi esmagada.
- Que pena, ela era uma abelha especial para nós!
Bzzzzzz...
- Oraimos a todas abelhas de nosso mundo, que nossa rainha esteja bem. Pois sem ela não somos nada, mas tentaremos ser. Uma nova rainha a de chegar e nos salvar da perdição. Amém!
- Aleluia!
[Todos os dias alguém perde sua rainha, ou sua majestade, o que importa é encontrar no fim de qualquer túnel não a luz, mas sim a saída.]
[Rafael Xereta]
Dedicado a todas colméias do mundo.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Tentação
Você foi consumido mais uma vez
Não resistiu ao pudor e ao desejo
Caiu em tentação e se levou pelo desprezo
Outro dia acordei e pensei tudo outra vez
Nível de humor instável no corpo
Verbos que saem da boca, instáveis
Estagnado, esperando a noite cair
Dormir outra vez, e começar de novo
Pensamentos não se concretizam
Reações não se exercitam
Poucas vezes uma preguiça
Muitas vezes um cansaço
Opa, amanheceu...
melhor eu ir de novo.
Tchau.
Não resistiu ao pudor e ao desejo
Caiu em tentação e se levou pelo desprezo
Outro dia acordei e pensei tudo outra vez
Nível de humor instável no corpo
Verbos que saem da boca, instáveis
Estagnado, esperando a noite cair
Dormir outra vez, e começar de novo
Pensamentos não se concretizam
Reações não se exercitam
Poucas vezes uma preguiça
Muitas vezes um cansaço
Opa, amanheceu...
melhor eu ir de novo.
Tchau.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Nem mesmo Sigmund Freud
Por que algumas coisas só acontecem com o próximo?
Ou acontece conosco e o próximo pensa o mesmo?
Como seria bom se todas idéias e vontades
Que tivéssemos se tornassem realidade
Quando deito à noite e surge todos aqueles pensamentos
Todos desejos, e vontades e o como fazê-los
Muitas maneiras, mas qual realmente usar?
Se eu fizer assim é melhor, mas se não der certo!?
Estive pensando em como encontrar a solução para
algumas soluções que compreensivelmente não possuem
Um jeito seria tentando da primeira forma que você pensou
E esquecer todas as preocupações que possam surgir
Ligar ou não ligar? Esperar alguma coisa ou fazer alguma coisa?
Cumprimentar ou esperar ser cumprimentado?
Pensametos que passam pela cabeça em frações de segundos
Mas, nunca solucionadas por si próprio e sim pela ocasião
Enfim, qual decisão tomar?! Nem mesmo Freud explicaria
A ocasião proporciona ou destrói todo seu pensamento
elaborado com muito cuidado
Pois, o futuro ninguém prevê
[Rafael Xereta]
Ou acontece conosco e o próximo pensa o mesmo?
Como seria bom se todas idéias e vontades
Que tivéssemos se tornassem realidade
Quando deito à noite e surge todos aqueles pensamentos
Todos desejos, e vontades e o como fazê-los
Muitas maneiras, mas qual realmente usar?
Se eu fizer assim é melhor, mas se não der certo!?
Estive pensando em como encontrar a solução para
algumas soluções que compreensivelmente não possuem
Um jeito seria tentando da primeira forma que você pensou
E esquecer todas as preocupações que possam surgir
Ligar ou não ligar? Esperar alguma coisa ou fazer alguma coisa?
Cumprimentar ou esperar ser cumprimentado?
Pensametos que passam pela cabeça em frações de segundos
Mas, nunca solucionadas por si próprio e sim pela ocasião
Enfim, qual decisão tomar?! Nem mesmo Freud explicaria
A ocasião proporciona ou destrói todo seu pensamento
elaborado com muito cuidado
Pois, o futuro ninguém prevê
[Rafael Xereta]
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Não posso te salvar
Tem uma velha escadaria ali na frente
Será que vamos subir? Ou você está com medo?
É meio estranho, está tudo escuro
E só posso ouvir o vento entre as janelas
Hey! Você... é você mesmo, que está me lendo agora
Não consegue se ver aqui comigo?
Está frio, muito frio
Espere aí, foi você quem abriu a porta?
Silêncio! É melhor subirmos agora
Devagar, devagar... cuidado o corrimão está quebrado
Não se assuste, ali no canto é apenas meu gato empalhado
Acorde, não deixe o sono te vencer
Venha, conheço um atalho. Calma, calma...
Não mexa seus olhos agora, tem alguma coisa atrás de você
Nâo OLHE AGORA por favor! Quando eu disser corra pro seu quarto
E nunca mais apareça, estão atrás de você e não posso te salvar
Pode ser perigoso, mas
Vai!
[Rafael Xereta]
Será que vamos subir? Ou você está com medo?
É meio estranho, está tudo escuro
E só posso ouvir o vento entre as janelas
Hey! Você... é você mesmo, que está me lendo agora
Não consegue se ver aqui comigo?
Está frio, muito frio
Espere aí, foi você quem abriu a porta?
Silêncio! É melhor subirmos agora
Devagar, devagar... cuidado o corrimão está quebrado
Não se assuste, ali no canto é apenas meu gato empalhado
Acorde, não deixe o sono te vencer
Venha, conheço um atalho. Calma, calma...
Não mexa seus olhos agora, tem alguma coisa atrás de você
Nâo OLHE AGORA por favor! Quando eu disser corra pro seu quarto
E nunca mais apareça, estão atrás de você e não posso te salvar
Pode ser perigoso, mas
Vai!
[Rafael Xereta]
De repente
Ela vem de repente, me domina e não sei porque aconteceu
Foi de uma vez, fiquei sem reação e perdidoTomou todas as reações, sem saber o que falar
Deitado vendo tudo passar, tudo passar
As palavras chegam até a garganta
Mas não passam da língua
Que estagnada, fica muda
Somente dessa vez, me deixe falar
Somente alguma vez, escute o que vou dizer
Tudo em minha volta se desfaz quando paro pra pensar
Quando penso que está bem, está mal, está normal.
Quero entender
Não quero explicar
Ou não sei entender o que
Você tentou explicar
Penso que seja assim, fica tudo bom pra você
E tudo ruim para mim.
[Rafael Xereta]
Fortaleza
No céu semblante
Um sol no violão
Mãos no volante
Só uma direção
Um sol no violão
Mãos no volante
Só uma direção
No castelo de pedra
Uma bandeira
Aquela foi a era
Que era tudo brincadeira
Uma bandeira
Aquela foi a era
Que era tudo brincadeira
Nos sonhos a inocência
Sono profundo
Não tinha consciência
Que era o fim do mundo
Espere por mim
Estou quase acabando
Chegando no fim
Continuo remando
Sono profundo
Não tinha consciência
Que era o fim do mundo
Espere por mim
Estou quase acabando
Chegando no fim
Continuo remando
Cada vez mais a fim
De continuar cantando
Enfrento os mares
E os dragões
E todas belas canções
Pra entregar as noções
De um belo cidadão
Que não é feito de papelão
sábado, 7 de junho de 2008
Entendeu?
Eu não entendo, não sei se você também não entende
Ou apenas estamos todos fingindo que entendemos
Para quem sabe, explicar, o que praticamente entendemos
Sem realmente ter entendido se quer nada
Então, estou entendendo que aqui entendo um pensamento
Que sem querer ninguém entende, pois quem pensa sou eu
E se você conseguir pensar o mesmo, você entendeu.
Entendeu?
Seguinte, pense em alguma coisa que você acha que não entende
Se eu te dizer que estou entendendo o que você está pensando
Entramos em uma concepção de pensamentos
Onde ambos conseguem entender coisas jamais entendidas
Agora que entendeu, pratique a prática do entendimento
Pense no pensamento que ninguém entenda, mas fiquem entendendo que
Se ninguém entender, você entendeu muito bem
Pois o motivo mesmo é entender o que não se pode entender
Entendido?
[Rafael Xereta]
Ou apenas estamos todos fingindo que entendemos
Para quem sabe, explicar, o que praticamente entendemos
Sem realmente ter entendido se quer nada
Então, estou entendendo que aqui entendo um pensamento
Que sem querer ninguém entende, pois quem pensa sou eu
E se você conseguir pensar o mesmo, você entendeu.
Entendeu?
Seguinte, pense em alguma coisa que você acha que não entende
Se eu te dizer que estou entendendo o que você está pensando
Entramos em uma concepção de pensamentos
Onde ambos conseguem entender coisas jamais entendidas
Agora que entendeu, pratique a prática do entendimento
Pense no pensamento que ninguém entenda, mas fiquem entendendo que
Se ninguém entender, você entendeu muito bem
Pois o motivo mesmo é entender o que não se pode entender
Entendido?
[Rafael Xereta]
segunda-feira, 2 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
Velha Infância
Me lembro de quando éramos crianças, que se divertiam correndo
Entre casas e campainhas, e alguns velhos esconderijos que hoje já não existem
A velocidade se conduzia em uma bicicleta descendo por uma avenida
Com o vento contra o rosto, a liberdade parecia tão concreta
A primeira garota do colégio, o primeiro 'amor' em uma escala de idade
Nivelada como amor real para jovens sem a menor experiência em vida
Apenas um desejo de ser um ser-humano, que seja, sempre ser natural
Criando espectativas de como seria aquele beijo da garota desejada
Seu primeiro violão, um primeiro acorde, e novos passos para a vida
Um grande músico, ou quem sabe um violão empoeirado no quintal
Ouvindo os gritos do baú sagrado, gritos de coragem e perdão
Que ecoam em uma canção infinita, no antigo coração
O tempo passa, passa sim, e quando se vê já estamos assim
Lembrando de coisas insignificantes para alguém
Mas forte demais para alguém que tem na memória a liberdade
E a criatividade e coragem de relatar provérbios infantis
Que inúteis sejam, mas inesquecíveis para tamanha espécie
Que o passado não morra, que o futuro me espere
Pois hoje, com cada um para um lado, seguindo suas vidas
Escrevo, o que senti quando éramos jovens e tinhamos um grande sorriso estampado no rosto
[Rafael Xereta]
Entre casas e campainhas, e alguns velhos esconderijos que hoje já não existem
A velocidade se conduzia em uma bicicleta descendo por uma avenida
Com o vento contra o rosto, a liberdade parecia tão concreta
A primeira garota do colégio, o primeiro 'amor' em uma escala de idade
Nivelada como amor real para jovens sem a menor experiência em vida
Apenas um desejo de ser um ser-humano, que seja, sempre ser natural
Criando espectativas de como seria aquele beijo da garota desejada
Seu primeiro violão, um primeiro acorde, e novos passos para a vida
Um grande músico, ou quem sabe um violão empoeirado no quintal
Ouvindo os gritos do baú sagrado, gritos de coragem e perdão
Que ecoam em uma canção infinita, no antigo coração
O tempo passa, passa sim, e quando se vê já estamos assim
Lembrando de coisas insignificantes para alguém
Mas forte demais para alguém que tem na memória a liberdade
E a criatividade e coragem de relatar provérbios infantis
Que inúteis sejam, mas inesquecíveis para tamanha espécie
Que o passado não morra, que o futuro me espere
Pois hoje, com cada um para um lado, seguindo suas vidas
Escrevo, o que senti quando éramos jovens e tinhamos um grande sorriso estampado no rosto
[Rafael Xereta]
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